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Novos Guardiões do Bem Público

GBP JF

Em 17 de Fevereiro, foi Realizado pelo Excelso Alto Colégio Lauro Sodré, em Juiz de Fora, Sessão Magna para admimissão de 3 Novos Guardiões do bem Público.

Aos Iniciados, nossas congratulaçoes e ao Excelso Alto Colégio e sua diretoria, nosso votos de pelenitude em seus atos e parabéns pelo incansável trabalho em exaltar o nosso Rito Brasileiro.

 

Laurosodre JF

O Grau 31 na Maçonaria Tradicional


    O Grau 31 era denominado, na nomenclatura do Rito Primitivo de Namur, de 1770, de “Cavaleiro do Interior”. Na fusão de Ritos, operada por Frederico II em 1786, da qual resultou o Rito Escocês Antigo e Aceito, o Grau 31 teve o nome de “Grande Juiz Comendador”, e depois “Grande Inspetor Inquisidor Comendador”, que permanece até hoje.
    Na Maçonaria Tradicional os Irmãos do Grau 31 compunham o Grande Tribunal, numa recordação da Santo Vêhme, do feudalismo.
    O Tribunal Maçônico pretendia remontar ao Tribunal Vêmico, organização secreta da Idade Média. O conjunto dos Tribunais Vêmicos formava a Santa Vêhme. Atribui-se a Carlos Magno a sua criação. A jurisdição vêhmica, todavia, difundiu-se sobre os povos germânicos e punha no mesmo pé de igualdade, diante da justiça, o poderoso e o fraco, o nobre e o vilão.
    A Santa Vêhme impôs-se no período que vai do século XII ao século XVI, sobretudo na Westfalia. O último Tribunal encerrou suas atividades em 1568.
    Frederico II, em 1786, ao compor o Rito Escocês de 33 Graus, fez o Grau 31 nos moldes análogos ao Tribunal Vêhmico, dirigido por um Franco-Conde e dois Franco-Juízes. O Grau 31 de Frederico II possuia a espada (gládio) e a balança (libra); e mais: a estátua de Têmis e o painel de Osíris, em que o deus egípcio julga o que morreu, absolvendo-o ou condenando-o.  
    O Tribunal pretendia investir-se da supremacia judiciária maçônica. E alguns historiadores fantasiosos chegaram a afirmar que, após o julgamento, se esse fosse condenatório, o Franco-Conde (Presidente) quebrava uma taça, significando a expulsão, ou uma espada, significando a morte física.
    Hoje, na Maçonaria Tradicional, o Ritual relembra a aplicação da Justiça, mas os detentores do Grau não possuem nenhuma função judicante maçônica.

 

O CARÁTER DO GRAU 31 NO RITO BRASILEIRO

    O Maçom do Rito Brasileiro, detentor do Grau 31, é o Guardião do Bem Público. É obvio que para guardar ou resguardar o Bem Público e assim defendê-lo, o detentor do Grau 31 precisa ter uma consciência esclarecida de julgamento, capaz de distinguir entre o Bem e o Mal, o justo e o injusto. No Rito Brasileiro, o Grau 31 é o complemento superior do Grau 9, o Mestre da Justiça.
    Os conceitos gerais, que conformaram  o Grau na velha Maçonaria, permanecem no Rito Brasileiro. Neste, entretanto, dá-se ao Maçom o necessário cabedal de conhecimento para torná-lo um elemento atuante e construtivo no meio social em que vive: cultura social e política, ao invés de inofensivas e anacrônicas digressões históricas.
    Em cada País, onde nasceu ou em que vive, o Maçom tem o dever fundamental de contribuir para o Bem Público, porque se a Maçonaria não tem Pátria, os Maçons a têm.

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